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Destaque

As Autogestões em Saúde possuem diversas vantagens, se comparadas aos planos comerciais oferecidos no mercado de assistência à saúde. Um dos aspectos positivos é que o beneficiário pode, por exemplo, sugerir melhorias e indicar profissionais e clínicas para realização de convênios, de acordo com a sua necessidade. Além disso, a comunicação direta com a equipe de trabalho que gerencia o plano também é uma das vantagens. Sob essa perspectiva, surge o TRFMED, o Programa de Autogestão em Saúde da Justiça Federal da 5ª Região, que deverá entrar em operação até o final deste ano. O modelo tem sido adotado por várias instituições, que relatam ter obtido bons resultados com a mudança dos planos comerciais tradicionais para o plano próprio de saúde.
 
A coordenadora do programa de autogestão do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região - TRT 8 (Pará e Amapá), Simone Pípolos, destacou como vantagem o contato pessoal e direto com o público-alvo (magistrados e servidores), que possui um atendimento diferenciado na resolução das intercorrências com os credenciados. Além disso, em comparação com os planos de saúde convencionais, a gestora salientou a autonomia nas decisões. “A autogestão cobre procedimentos que levam em conta a realidade dos beneficiários e a disponibilidade financeira do Plano. A agilidade na solução dos trâmites de autorizações para liberação de procedimentos e o baixo valor de contribuições, se comparado ao mercado local, também são fatores positivos do modelo”.
 
O plano de assistência à saúde na modalidade autogestão dos servidores do Senado Federal, o SIS (Sistema Integrado de Saúde), conseguiu, este ano, ofertar o atendimento do renomado Hospital Sírio Libanês para seus beneficiários. Segundo o servidor Elder Loureiro, 31 anos, o plano foi evoluindo gradativamente e, mesmo em um ano como 2020, com a pandemia da Covid-19, obteve conquistas significativas. “É evidente o esforço de deixar o cliente mais satisfeito. Além disso, os planos de órgãos públicos são melhores do que os da iniciativa privada, que custam mais caro, para prestação de serviço equivalente”, afirmou, reforçando a importância da adesão do maior número de pessoas para que o Programa permaneça viável financeiramente, o que possibilitará uma mensalidade mais baixa.
 
Além da administração pública, os setores privados também percebem vantagens no modelo de Autogestão em Saúde. É o caso, por exemplo, da Volvo Veículos do Brasil, com sede em Curitiba/PR, cujo programa de autogestão, existente desde 2011, é chamado de Voam (Volvo Odontologia e Assistência Médica). Segundo o gerente médico do trabalho da Volvo, Sérgio Lazarini, são cerca de quatro mil empregados e 10 mil vidas agraciadas, com cobertura na Região Metropolitana de Curitiba (Grande Curitiba). “O custo é bastante competitivo e há um alto índice de satisfação dos usuários. Se alguém precisar de atendimento de urgência fora dela (da Grande Curitiba), a Voam tem uma parceria com a Amil, que faz o atendimento e nos cobra seu custo, como nos casos de férias ou de viagem”, finalizou.

Com informações da Seção de Comunicação da Autogestão/TRF5

 Com o objetivo de alinhar procedimentos administrativos  entre as seções judiciárias  e o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, diretores dos diferentes setores da gestão administrativa da JFPE estiveram, na última segunda-feira (21),  em reunião telepresencial com a a Diretoria Geral do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 e com os demais diretores das Seções Judiciárias vinculadas. O encontro foi conduzido pela diretora-geral do Tribunal, Telma Motta, que vem realizando reuniões periódicas entre os grupos.

        Participaram, pela JFPE,  a diretora da Secretaria Administrativa, Izabel Furtado; o supervisores do Núcleo de Tecnologia da Informação, Telmo Barros, de Planejamento e Integração Regional, Juliana Lemos, do Núcleo de Gestão de Pessoas, Gizelda Rita e dos Núcleos Financeiro e Patrimonial, Francisco Fitipaldi, Carolina Pontes e Luzineide Martins do Rêgo Barros.  Na ocasião, cada servidor realizou participação dentro das suas respectivas áreas.

         O diretor da Subsecretaria de Orçamento e Finanças (SOF) do TRF5, Sebastião Campelo, apresentou um panorama orçamentário da JF5 e a servidora Flávia Bello, da Subsecretaria de Infraestrutura e Administração Patrimonial (SIAP), falou sobre a execução do Plano de Obras. Em seguida, o diretor do Núcleo de Ciência de Dados e Projetos de Tecnologia da Informação do TRF5, Robson Godoy, falou sobre a regulamentação do desenvolvimento e validação de dados do Business Intelligence (B.I), destacando a importância do alinhamento entre os trabalhos criados pelas Seccionais e pelo TRF5.

         O Plano de Logística Sustentável (PLS) também foi um dos temas abordados durante a reunião. A supervisora da Seção Socioambiental, Laís Rodrigues, apresentou uma visão geral do documento e falou da expectativa para a elaboração do PLS 2021-2026, que terá abrangência regional, respeitando as peculiaridades de cada Seção Judiciária. A reunião contou, também, com a participação do diretor em exercício da Subsecretaria de Pessoal, Luiz Eduardo Bandeira de Melo, além da diretora da Subsecretaria de Tecnologia da Informação (STI), Fernanda Montenegro, que tratou sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), esclarecendo que serão constituídos grupos de trabalho para promover as adequações necessárias ao atendimento das exigências legais.
Com a meta de entrar em operação até o final deste ano, o modelo de Autogestão em Saúde da Justiça Federal da 5ª Região (TRFMED) tem despertado muita curiosidade entre os servidores, magistrados e pensionistas. Isso porque as pessoas estão, de certa forma, habituadas com os Planos de Saúde comerciais e querem entender melhor sobre a consolidação dessa modalidade no mercado de saúde. Assim, é importante destacar que a implantação do TRFMED segue a tendência de criação de diversas Autogestões no Brasil. E isso não só entre empresas privadas, mas também entre órgãos públicos dos três Poderes. Com direito até mesmo a uma instituição representativa própria das Autogestões – a Unidas –, a modalidade tem sido incentivada pelo Judiciário.
 
Entre os exemplos de instituições que adotaram o modelo de Autogestão estão o Senado Federal e a Câmara dos Deputados, no Poder Legislativo, e, no Poder Judiciário, o Supremo Tribunal Federal (STF),  o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Neste último, instituído desde 1989. Ainda no Judiciário, existe Autogestão em Saúde funcionando em algumas cortes trabalhistas, como o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e os Tribunais Regionais do Trabalho da Bahia, Pernambuco, Pará e Amapá.  O Ministério Público Federal também tem seu plano nacional de autogestão.
 
Não por acaso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho de Justiça Federal (CJF) vêm incentivando a implantação do Programa de Saúde. O CJF, por exemplo, liberou, no final de 2019, o provimento de 15 vagas para a Justiça Federal da 5ª Região, especialmente para compor a equipe de gestão do TRFMED. O CNJ, por sua vez, tem promovido seminários com o objetivo de buscar boas práticas de atenção à saúde no Judiciário, sendo a Autogestão em Saúde destaque entre as temáticas abordadas.
 
Unidas - Uma das provas do sucesso da Autogestão em Saúde é a existência, desde 2002, da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas) - à qual o TRF5 está se filiando. Congregando mais de 100 afiliadas, a Unidas fortalece a modalidade de assistência à saúde também pelas negociações em bloco, que beneficiam financeiramente as instituições a ela ligadas. É o caso das pactuações de valores de diárias, taxas, descartáveis, medicamentos e materiais especiais com donos de hospitais e entidades de classe.
 
Segundo o médico auditor e presidente do Conselho Deliberativo da Unidas, Aníbal Valença, o mercado de Planos de Saúde transformou a assistência médica e a medicina em mercadoria a ser comercializada com o objetivo de lucrar. “Não é à toa que todos segmentos da saúde suplementar (medicina de grupo, seguradoras, cooperativas médicas e autogestão) construíram suas entidades representativas para interagir com o Governo e a Sociedade em geral”, afirmou.
 
Todas as informações sobre o TRFMED estão disponíveis no hotsite da Autogestão. Dúvidas e informações também podem ser enviadas para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. 
 
Com informações da  Divisão de Comunicação Social do TRF5 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

O Núcleo de Gestão de Pessoas (NGP) torna público o Edital de Redistribuição Nº 38/2020, através do qual servidores lotados na capital, ocupantes do cargo de Técnico Judiciário (Área Administrativa) da Seção Judiciaria de Pernambuco poderão pleitear redistribuição, por permuta, para o quadro de pessoal do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região- Ceará.


Interessados deverão formular o pedido à presidência do TRF5 através da Direção do Foro pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.,  dentro do prazo de 05 (cinco) dias úteis, a contar da publicação deste edital.


 Para mais informações, clique aqui e acesse o edital.

A Diretoria Geral do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 realizou, ontem (2/09), a primeira reunião com representantes das diretorias administrativas das Seções Judiciárias vinculadas. Foi o primeiro encontro com o grupo da diretora-geral, Telma Motta, desde que tomou posse no cargo.  O programa de Autogestão em Saúde da 5ª Região (TRFMED), o Processo Judicial Eletrônico – PJe 2.X, a simplificação de procedimentos e melhorias de sistemas, como os da área de Tecnologia da Informação e de Recursos Humanos, foram alguns dos assuntos discutidos por videoconferência.

A reunião teve início com uma apresentação sobre a Autogestão em Saúde da 5ª Região (TRFMED). O assessor de Gestão Estratégica, Governança e Estatística do TRF5, Magnus Medeiros, apresentou os detalhes do programa aos diretores, destacando a viabilidade do TRFMED. “Abrimos várias possibilidades, contratamos estudos atuariais, para ver a capacidade de o Tribunal acolher todos os atores que, ao longo dos debates sobre o tema, encaminharam propostas”, comentou.

Ainda durante o encontro, a diretora da Subsecretaria de Tecnologia da Informação (STI),  Fernanda Montenegro, e o diretor da Divisão de Desenvolvimento, Laureano Montarroyos, apresentaram as principais iniciativas na área de TI. Entre as ferramentas citadas estava o Instant, sistema criado pelo TRF5 para auxiliar na análise interna dos processos judiciais. O trabalho, que antes era executado dentro de um módulo do PJe, funciona, agora, de forma independente, de modo a contribuir com a celeridade das atividades de inspeção, sem prejudicar a performance do PJe. "Na vara de Maracanaú/CE, já foi feita a inspeção usando o Instant integrado ao PJe”, disse Fernanda. Os diretores também falaram sobre o Datajud, ambiente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que centraliza dados e metadados processuais relativos a todos os processos físicos ou eletrônicos, públicos ou sigilosos, dos tribunais indicados nos incisos II a VII do art. 92 da Constituição Federal.

Já o diretor da Subsecretaria de Pessoal, Onaldo Mangueira, falou sobre os sistemas de recursos humanos. Ele citou, entre outros pontos, a integração do Sistema de Gestão de Recursos Humanos - SARH ao Sistema Eletrônico de Informações – SEI!, para elaboração de certidões e o sistema de controle de folga eleitoral.

Também participaram da reunião os diretores Vladislave Leite, da Subsecretaria de Infraestrutura e Administração Patrimonial, Juliene Tenório, da Diretoria Executiva de Autogestão em Saúde, e Sorária Caio, da Secretaria Administrativa.

Por: Com informações da Divisão de Comunicação Social do TRF5 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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